Como o DevOps garante novas versões frequentes?

Não sabe? Vem comigo, nesse artigo vou te mostrar porque as versões frequentes são tão importantes e como consegui-las através do DevOps.

Uma das principais diferenças entre a prática DevOps e as práticas tradicionais da TI é a frequência de lançamentos. Uma versão abrange mudanças que respondem às solicitações diversas dos clientes, quanto os reparos para melhorar o desempenho, manter o funcionamento ou tornar sistemas cada vez mais rápidos, estáveis e seguros.

Quem é da TI está cansado de saber: alguma coisa, cedo ou tarde, vai dar errado. Por isso, para a TI tradicional, será necessário garantir os backups, documentar todas as alterações, usar janelas de implantação, e por aí vai… Enfim, um trabalho danado. Testar e validar demanda atenção, recursos e principalmente tempo.

Mas com o DevOps, tudo isso tem solução.

(Se você ainda não compreendeu muito bem como funciona o DevOps, vale a pena dar uma olhada no artigo abaixo):

O papel da automação no DevOps

Como o DevOps garante novas versões frequentes? A resposta é simples: automação!

A automação é essencial para garantir que as liberações sejam frequentes e que o processo vire rotina, sendo feitas semanalmente e até mesmo diariamente. Se todos os fatores humanos de criação de documentação, cópias de segurança, e plano de retorno forem automatizados, as chances de problemas em novas versões diminuem de forma drástica.

É claro que a rapidez dos lançamentos depende também de uma redução significativa do tamanho das alterações inseridas na produção. Mas a verdade é que o tamanho da implantação não importa tanto quanto a automação para realizar as liberações frequentemente.

Os pipelines, integração e entrega contínuas, práticas-chave e indispensáveis para o DevOps, auxiliam para esse fim. Afinal, as mudanças ficam documentadas no sistema de controle de versão, a maioria das operações são feitas com ferramentas automatizadas, novos componentes serão monitorados e no caso de qualquer problema, o pipeline automaticamente interrompe a implantação, notifica a equipe e reverte as alterações, retornando para a última versão estável.

Por que adotar a entrega contínua (e o DevOps)?

A entrega contínua é uma prática que permite que você crie, teste e implante os executáveis, que poderão ser liberados para produção a qualquer momento, conforme exigido pelo negócio. Cada alteração salva no código aciona o pipeline de implantação, onde todas as alterações que não foram um sucesso não são aceitas e todas as alterações sem erros iniciam o processo de implantação no ambiente de produção. Essa é uma mudança importante na forma como a maioria dos softwares era entregue em TI até então.

E os motivos para adotar a Entrega Contínua são inúmeros. Veja o gráfico abaixo, que exemplifica o que estou falando:

A necessidade de reduzir custos, melhorar produtos/serviços e aumentar as expectativas dos clientes torna a Entrega Contínua uma “queridinha” na área.

Então, será que a entrega contínua vale a pena?

Caso você ainda esteja se perguntando o porquê da entrega contínua ser importante para a TI das empresas, bom, a liberação frequente de novas versões permite que o negócio responda rapidamente às expectativas dos clientes, e por um custo mais baixo, aumente a qualidade dos seus produtos.

E é por isso que o DevOps é revolucionário e está na crista da onda.

Se você quer saber mais sobre a entrega contínua, tem esse artigo muito bacana da CIO, que você também pode conferir:

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Espero ter te ajudado, até a próxima!

CEO & Fundador da PMG Academy | MBA-FGV | Pós-Graduado Neurociência Educacional | Consultor de TI | Design Instrucional na https://www.pmgacademy.com

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